Archive | July, 2012

O trabalho de Kyle Thompson

25 Jul

 

Um pouco de Stravinsky

22 Jul

http://www.youtube.com/watch?v=4k5oR8V3o7s&feature=context-vrec

Feliz Dia dos Homens ;D

16 Jul

Gente foi Dia do Homem ontem e nem pude escrever nada. Mas diferente de outros anos, venho louvar os homens de uma forma leve.

 

 

 

 

 

You Already Know Bombay Bicycle Club

10 Jul

Woody Allen e a perfeição que veio com a idade

5 Jul

Mal posso esperar para assistir “Para Roma com Amor”, o novo filme do Woody Allen. O cara é como o vinho, cada vez mais velho melhor. Tenho gostado de todos os seus últimos filmes, ele está em uma fase maravilhosa. Sim, porque alguns filmes da década de 70 e 80 são bem ruinzinhos…

O dia que conseguir escrever como ele, criar como ele, aí posso morrer feliz!

 

 

O filme ainda tem (de novo) a sensacional Penélope Cruz.

Gabriela cravo e canela

4 Jul

Gente cresci ouvindo mal da personagem Gabriela do Jorge Amado. Já li obras do grande autor, mas Gabriela não. De modo que a novela das 11h é a minha única referência.

Sinceramente, não vi, até agora, nada de anormal ou vergonhoso nela. Ela é cozinheira, se apaixona pelo dono do bar onde trabalha e os homens em geral são afim dela por causa das suas curvas. As mulheres a invejam, nem a conhecem e já se referem com desdém, como se ela fosse algo ‘mau’.

Lembro na faculdade das feministas “Temos que acabar com o estigma de Gabriela”, eu nem entendia isso. Não conhecia a história e ficava calada.

Hoje eu vejo que ela é uma mulher sertaneja, pobre, analfabeta, simples  e , mesmo assim, feliz, livre, grata com o que a vida lhe deu. Tem um amor sincero, não procurou o tal turco na intenção de passar os bens do cara para si. Sendo assim, vou continuar acompanhando para ver em que momento ela vai se tornar a pessoa odiosa que sempre ouvi falar.

Porém desconfio que essa tal ‘mulher’ só existe no preconceito de homens e mulheres. Extremamente incomodados com a liberdade dela.

Para mim o que fica mesmo é a criatividade do escritor, a audácia, o ato de escrever uma história polêmica para uma publicação de 1958 .

Como diz Orhan Pamuk, o escritor deve falar sobre temas que ninguém mais quer dizer.