Quanto mais quente melhor, 1959

15 Nov

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por filmes antigos. Tenho assistido tantos que tenho até vontade de montar uma coluna específica aqui, só para comentar e indicar.

é..eu sei..eu não sou normal!
 
Hoje assisti “Quanto mais quente melhor”, 1959, um clássico do cinema. Uma coméda muito muito boa.
 
 
 
Dois músicos pobretões presenciam um crime, apavorados pegam o primeiro “bico” que surge. Disfarçados de mulher – Justine e Daphne – viajam com uma banda feminina e se apaixonam pela linda Sugar – Marilyn Monroe. Pronto, confunsão e cenas hilárias até o último diálogo.  Os músicos são Jack Lemmon e Tony Curtis em um filme de Billy Wilder.
 
Wilder tem uns filmes fantásticos, por exemplo, é dele também A Montanha dos Sete Abutres que assisiti há alguns anos.
 
QMQM é uma história simples, muito bem contada, com sensualidade e sem exageros. Pode parecer ingênuo aos olhos de hoje para alguns, mas com certeza é melhor que muita comédia em cartaz todos os anos no cinema. Porque alguns costumes nos parecem infantis hoje. No entanto, a inteligência de um bom filme, de um bom contador de histórias e possível reconhecer em qualquer tempo.
 
 
  
 

 

Na cena final Daphne tenta explicar porque não pode se casar com o senhor milionário:

– “Não sou loira natural”.

– “Eu fumo muito”.

– “Eu não posso ter filhos”.

A tudo o tiozinho diz que não tem problema até ela falar:

– “Eu sou homem”

– “Ninguém é perfeito”. Fala calma e sorridente para a senhorita, quer dizer….

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