Archive | July, 2011

Festival I Love Jazz

31 Jul

Meus caros, para quem ainda não sabe a blogueira aqui é uma amante do jazz. E é com prazer que divulgo o festival internacional I Love Jazz. O evento acontece em Belo Horizonte, Brasília, Recife e Rio de Janeiro.  A entrada é gratuita!

  • BELO HORIZONTE
    Dias 5, 6 e 7 de agosto
    Praça do Papa & Praça da Liberdade
     
  • RIO DE JANEIRO
    De 9 a 14 de agosto
    Praça dos Correios
     
  • RECIFE
    Dias 10 e 11 de agosto
    Teatro Luiz Mendonça
     
  • BRASÍLIA
    Dias 7, 13 e 14 de agosto
    Teatro Nacional (Sala Villa Lobos) & Parque da Cidad

Com certeza estarei lá para assistir a apresentação desses distintos senhores.

 

Um pouco mais do que poderemos ver no festival.

 

 

Segundo o site do I Love Jazz, o evento surgiu para desmistificar o ritmo considerado elitista. E realça a sua essência popular com apresentações em locais públicos, sem cobrar nada por isso.

Uma uma ótima escolha!

Trapalhada do presidente do IBAMA – inacreditável!

22 Jul

Tenho muito orgulho de ter trabalhado na Rádio Nacional da Amazônia e de já ter visitado a grande floresta. Um lugar magnífico, muito rico e, de certa forma, abandonado.

A impressão nas ruas e vilarejos é que o lugar não tem as mesmas regras da cidade, o uso da lei se faz de uma forma diferente. Pessoas são assassinadas e não conseguem descobrir o (os) culpado(s).  As cidades pequenas são pobres, a internet é lenta, o sinal de telefone fraco, as pessoas não sabem muito bem quem está no governo estadual ou federal e, aqui e ali, estrangeiros passam sorridentes e educados.

 Ao sair das cidades, a impressão não muda. Há muitas madeireiras, clareiras vistas do alto, grandes obras em construção, cientistas passeando (patenteando remédios no exteriror)… 

ummmmmmm

Diante das informações, quase de conhecimento geral, o presiente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, Curt Trennepohl, fala:
 

Fala sério?! Parece um programa televisivo para fazer rir. Simplesmente inacreditável.

Dia do homem

13 Jul

Dia mundial do Rock!!!! E já escrevi aqui sobre a minha paixão pelo estilo https://lolacomolegusta.wordpress.com/2011/06/21/o-rock-e-a-minha-vida/

Sem dúvida, um dia para celebrar a capacidade humana de expressar intensamente o pensamento crítico em forma de música, emoções, idéias, desejos…

E, por falar em datas comemorativas, ontem ao sair de uma livraria vi um cartaz: “Comemore o Dia do Homem – 15 de julho”.  A imagem – perfumes e loções. Ok, homem cheiroso quem não gosta?!

Mas confesso que não entendo a data. Não, não acho que só as mulheres devem ter um dia em especial. Não entendo a natureza, o conceito do dia. Ele não nasceu de uma luta por algo relevante. Sem contar que, em comparação com as mulheres, os homens sempre estiveram em posições privilegiadas.

Mesmo nos dias de hoje, ser homem em alguns continentes significa benefícios determinados desde o nascimento.

Quel legal! =D Que continentes são esses??

 

Se bem que, em outras partes do globo, os homens, em geral, se sentem confusos, assustados, não sabem mais o que fazer com uma mulher, assistem ao crescimento feminino nas universidades ( outro dia li um dado que as mulheres já são maioria em todas as universidades do mundo) , a ascenção nos postos de trabalho, enfim… Eu consigo entender, rapazes. É difícil.

 

Mas a data foi criada, então é aproveitá-la. Não como o comércio está fazendo. Porém, melhor. Por exemplo, relacionar o dia  à saúde do homem. As estatísticas demonstram que os marmanjos ainda precisam vencer o medo ou a vergonha dos médicos.

Tintin >> grande obra do artista Hergé

12 Jul

Alguém mais aí está ansioso para assistir o novo filme do Tintin?? The Secret Of The Unicorn??

Esse é o mais novo trailer:

Meus caros, quando o filme estrear vocês terão uma crítica completa!!

O que são impostos?

11 Jul

Para o cidadão, imposto é isso mesmo: um pagamento que se lhe impõe, ou melhor dizendo, que lhe é imposto. Traduzindo isso para a linguagem jurídica, dizemos que todo pagamento obrigatório que não seja decorrente de uma punição por ato ilícito é imposto. Já economicamente falando, os impostos são nada mais nada menos do que a principal forma de um país se financiar. Hoje vamos nos concentrar neste aspecto econômico.

Assim, economicamente falando, um país pode ser comparado a uma família. Uma família tem despesas: contas de luz, de água, de telefone, mensalidades das escolas dos filhos, do plano de saúde, da casa própria, do carro, etc etc etc. Para custear essas despesas a família se organiza de modo a angariar receitas que sejam suficientes para, no mínimo, igualarem-se com as despesas. O que acontece, usualmente, é que o pai e a mãe trabalham e, em razão disso, auferem cada um uma renda que, somadas, tornam-se suficientes para pagar todas as contas da família e, de preferência, poupar um “dinheirinho” para fazer uma viagem no final do ano. O salário do pai e da mãe é, portanto, o que financia as despesas da família.

Um país, igualmente, possui suas despesas: construir estradas, hospitais, escolas, etc. Para financiarem essas despesas os países precisam de fontes de receita. Se a forma que a família achou de obter sua receita foi por meio dos salários do pai e da mãe, a forma que os governos encontraram para se financiar (e isso acontece desde que existe civilização) foram os impostos.  A idéia, aqui, é que cada cidadão, ou melhor, cada pecinha do mosaico formador de um país, contribua com um pagamento, em geral imposto por lei, a fim de que o país todo, juntando esses pagamentos, aufira uma renda e com ela consiga custear suas despesas.

E aqui é interessante buscar outro conceito econômico, que é o conceito da escassez. Por esse conceito, entende-se que o dinheiro, ou melhor, as receitas, são limitadas. Em um contexto estatal, o dinheiro que um país arrecada é limitado.  Vez que é limitado, cabe ao Estado (ou ao governo, ou ao país – chame como quiser) manejar o uso desse dinheiro. Voltemos ao contexto familiar: a renda da família é limitada. Assim, os pais, quando fazem as contas de suas despesas, sabem que, por não terem recursos ilimitados, podem matricular seus filhos ou na escola de natação ou na escola de inglês. Então, se a mensalidade da escola de natação é R$ 150,00, isso significa que pelo menos esses R$ 150,00 não poderão ser gastos com a escola de inglês. A conta é simples, quase intuitiva.

O país vive o mesmo drama: se gastar muito com prédios públicos, por exemplo, terá menos dinheiro para gastar com construção de estradas. Gastar 10 milhões de reais para construir uma penitenciária significa que esses 10 milhões não serão gastos para construir escolas. Se, daquele montante que o país arrecada por recolher impostos meus e seus, ele gastar muito com o pagamento de salários de congressistas, isso significa que restará menos dinheiro para pagar os salários dos professores. O raciocínio segue: cada real perdido com a corrupção é um real a menos que pode ser gasto com hospitais; cada centavo investido na construção de um estádio de futebol é um centavo a menos investido na construção de escolas; um centavo gasto com propaganda política obrigatória é um centavo a menos gasto com políticas anti-drogas…

No ambiente familiar, os pais ponderam a melhor forma de usar os recursos auferidos de suas receitas em benefício de seus filhos. Mas o que tem se visto ao longo das últimas décadas no Brasil é que os sucessivos governos têm forçado o aumento de sua receita, pelo aumento da carga tributária que eu e você pagamos, sem se preocuparem com gastar essa receita da melhor forma possível para os cidadãos. Só que hoje a carga tributária está muito alta, quase impossível de ser aumentada (35% do PIB, dado do IBPT), e os filhos, ou melhor, os cidadãos, não estão satisfeitos com a maneira que esse dinheiro tem sido gasto. Será que não é a hora de os governos atentarem para gastar com o que a população precisa, buscarem o melhor para os filhos? Ou esse ciclo de aumento de impostos e descaso com as despesas vai continuar? Para onde será que esse ciclo pode nos levar, ou, pior ainda, nos impedir de chegar?  Ficam o esclarecimento prévio e as questões para reflexão e preocupação.

Com certeza, a gente sabe quem lucra mais com a nossa carga tributária

 
Daniel Baramili

Marina é muito fofa

8 Jul

Não há como negar, a ex- senadora e ex-PV Marina Silva parece ser uma brisa gostosa para quem ainda não desistiu de acreditar na participação política. Seja por ingenuidade ou tolice!

Fala sério, o discurso de saída do Partido Verde foi muito bom!!

“Para mim a política é um processo vivo, nasce da relação entre os agentes políticos, não é fruto de engendramentos a priori, onde as pessoas ficam na cadeira cativa de candidatos, atitudes, tudo já direcionado para o próximo passo político. Também estou pensando qual é a melhor forma de contribuir para a construção do mundo que queremos.”

“Quando me perguntam o que vou fazer com os 20 milhões de votos, eu dizia que os votos não são meus. Não é uma herança, é um legado.”

É claro que é difícil colocar em prática alguns de nossos ideais. A sociedade é uma organização forte e foi altamente estruturada no decorrer dos séculos. “Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”. É uma idéia audaciosa.

Mas devemos parar de questionar e acomodar? Não acho isso possível.